B. You/ Por B. You
em 19/10/2011 - 14h31 O tapume mais bonito da cidade
Curitiba cresce e se reinventa como referência em sustentabilidade no cenário internacional. Se você anda pelo bairro do Batel, deve ter tido a (agradável) surpresa de se deparar com o jardim vertical que encobre o tapume da obra do Pátio Batel, centro de compras que será inaugurado em 2012. Ao invés de um tapume comum neste tipo de construção (que normalmente é árido e metálico), uma viçosa parede de plantas verdinhas dá um charme todo especial naquele trecho da principal avenida do bairro.
Faz algum tempo que grandes metrópoles no mundo despertaram para esta técnica que pode estabelecer com as pessoas uma diferente experiência com o verde, já que nossas cidades estão cada vez mais verticais. Foi o botânico francês Patrick Blanc quem observou que nos despenhadeiros a terra só servia de base para as plantas, mas o que elas realmente precisavam era de água, luz e nutrientes. A partir disso, Blanc criou uma base com feltro para fixar as plantas, irrigá-las e fertilizá-las sem que elas cresçam em demasia em busca de água. E assim, ele se transformou em referência com seus muros vegetais, paredões inteiros de prédios e pontes. Esse sistema, que permite integrar paisagismo e arquitetura, recriando no concreto um ambiente muito próximo ao natural deu a Patrick vários prêmios internacionais.
Além de lindos, os muros vegetais servem de purificadores de ar e isolamento térmico. Mas a maior surpresa do jardim vertical curitibano é que quando o frio passar a expectativa é que surjam flores tornando o tapume ainda mais bonito. Que venha a primavera!
Curitiba cresce e se reinventa como referência em sustentabilidade no cenário internacional. Se você anda pelo bairro do Batel, deve ter tido a (agradável) surpresa de se deparar com o jardim vertical que encobre o tapume da obra do Pátio Batel, centro de compras que será inaugurado em 2012. Ao invés de um tapume comum neste tipo de construção (que normalmente é árido e metálico), uma viçosa parede de plantas verdinhas dá um charme todo especial naquele trecho da principal avenida do bairro.
Faz algum tempo que grandes metrópoles no mundo despertaram para esta técnica que pode estabelecer com as pessoas uma diferente experiência com o verde, já que nossas cidades estão cada vez mais verticais. Foi o botânico francês Patrick Blanc quem observou que nos despenhadeiros a terra só servia de base para as plantas, mas o que elas realmente precisavam era de água, luz e nutrientes. A partir disso, Blanc criou uma base com feltro para fixar as plantas, irrigá-las e fertilizá-las sem que elas cresçam em demasia em busca de água. E assim, ele se transformou em referência com seus muros vegetais, paredões inteiros de prédios e pontes. Esse sistema, que permite integrar paisagismo e arquitetura, recriando no concreto um ambiente muito próximo ao natural deu a Patrick vários prêmios internacionais.
Além de lindos, os muros vegetais servem de purificadores de ar e isolamento térmico. Mas a maior surpresa do jardim vertical curitibano é que quando o frio passar a expectativa é que surjam flores tornando o tapume ainda mais bonito. Que venha a primavera!







